A tempestuosa existência errante de Luís Vaz de Camões (1524-80), o grande épico, desde os tempos irreverentes em Coimbra (1542) aos amores contrariados, como guerreiro da "má fortuna", até ao declínio inglório, acompanhando a decadência do fausto renascentista e da pátria imperial. Leitura de "Os Lusíadas" em Sintra, a El-Rei D. Sebastião (1572). O desastre de Alcácer-Quibir